terça-feira, 17 de julho de 2012

Aumentando a velocidade da sua digitação

O incrível flautista e professor Marcos Kiehl publicou um artigo muito interessante sobre a velocidade da digitação na flauta,vamo estudar-lo ?


Como melhorar suas escalas!
Marcos Kiehl

Você já parou para pensar que tipo de ajuste é preciso fazer em nossa digitação para que possamos executar uma passagem mais lentamente ou mais rapidamente? Será que para tocar rápido precisamos fazer nossos dedos se movimentarem mais rápido também? 

Experimente tocar a passagem a seguir lentamente e observe o movimento dos seus dedos num espelho:
Agora repita a mesma passagem, mas em velocidade maior, e observe seus dedos novamente no espelho:
Você deve ter constatado que a velocidade dos seus dedos foi praticamente a mesma nas duas velocidades. Isso acontece porque mesmo quando tocamos uma passagem musical mais lenta, ainda assim nossos dedos não se movem tão lentamente para que a mudança de posição e digitação seja o mais breve possível e assim evitarmos aquele efeito de “glissando”. Mas por que então quando repetimos a mesma passagem numa velocidade mais rápida, nossos dedos parecem se mover ainda na mesma velocidade? O que produziu o aumento de velocidade?

A explicação é que ao invés de controlar a velocidade dos nossos dedos, estamos controlando a velocidade da passagem através da duração de cada nota, e através da permanência maior ou menor dos nossos dedos em cada posição digitada. Quanto mais tempo permanecermos em cada posição, mais longas serão as notas e, portanto mais lenta a passagem. Quanto menos tempo nossos dedos ficarem em cada posição, mais curtas as notas e mais rápida a passagem.

Mas é tão óbvio! Sim, deveria ser, mas eu tenho observado que muitos alunos são levados a achar que quanto mais rápida uma passagem, mais rápido seus dedos devem se movimentar, e que somente a velocidade dos dedos é responsável pela velocidade da passagem. Desta maneira, o aluno poderá desenvolver uma técnica ruim, com movimentos dos dedos muito mais rápidos que o necessário. Este aluno dificilmente conseguirá uma boa sincronia e sua digitação ficará também mais barulhenta e “percussiva”. 

É saudável e importante que trabalhemos para que nossos dedos sejam sempre rápidos e precisos, mas é fundamental entender que o mecanismo para tocar mais rápido não é apenas este, e que a velocidade de execução depende muito mais do sincronismo e da antecipação dos movimentos dos dedos que de sua velocidade. Esta velocidade, por sua vez, também deve ter um limite humano que dificilmente pode ser superada, e se tentarmos forçar nosso estudo nesta direção estaremos sempre correndo o risco de tocar com uma técnica ruim. 

Quando observamos um bom flautista tocando podemos ver que seus dedos se movem de maneira suave e macia, sem movimentos bruscos e agitados e que não fazem barulhos percussivos nas chaves, por mais rápido que estejam tocando. Os dedos se movem de maneira leve e ligeira. 

Procure se concentrar muito mais na antecipação do movimento de cada dedo, e não apenas na velocidade deles. Imagine que você tem um compromisso, digamos um ensaio, e tem que chegar na hora certa. Quanto mais cedo sair de casa, mais tempo terá, e assim poderá caminhar ou dirigir mais calmamente e ainda assim chegar no horário, sem pressa e sem afobação. Mas se sair atrasado, terá que correr muito mais para conseguir chegar no horário e ainda assim poderá se atrasar. Você deve usar este mesmo princípio para treinar os seus dedos. 

Numa escala, imagine que cada dedo tem um horário diferente para chegar em cada uma das chaves da flauta, e que se você der o comando para ele começar a se movimentar no momento exato, ele não precisará “correr” para chegar na hora certa. Quanto mais rápido você quiser tocar a escala, mais cedo deverá dar o comando para cada dedo se movimentar, e terá que fazer isto de forma sequencial, para que todos os dedos cheguem no momento certo. Numa escala em velocidade bem rápida, cada dedo deverá iniciar seu movimento uma fração de segundo após o outro, e assim talvez tenhamos dois ou três dedos se movimentando ao mesmo tempo.  

Um outro fator que também pode contribuir para a velocidade da digitação é a altura dos dedos em relação às chaves. Como no exemplo que usei para ilustrar anteriormente, quanto mais perto estivermos do local do ensaio, mais tarde poderemos sair sem chegarmos atrasados. Da mesma maneira, quanto mais perto da chave estiver nosso dedo, menor o percurso e menor o tempo para que ele chegue até a chave. Não levantar muito os dedos pode então ajudar na velocidade e também na sincronização. Mas cuidado, porque aqui existe um outro problema: dedos excessivamente baixos e muito próximos das chaves acabam por perder seu “impulso de movimento” e consequentemente a sua velocidade. Devemos equilibrar e equacionar todas estas varáveis para obter o melhor resultado possível.

Experimente fazer um trinado de fá-sol da seguinte maneira: no início levante bastante o indicador da chave e depois, sem pensar em aumentar a velocidade do dedo, vá gradativamente diminuindo a altura do movimento, levantando o dedo cada vez menos e você verá que o trinado ficará cada vez mais rápido. Ou seja, você aumentou a velocidade do trinado sem precisar mudar a velocidade do dedo!

A altura dos dedos também é uma importante maneira de equilibrar a técnica e a igualdade da digitação de uma escala. Controlar a altura que nossos dedos levantam das chaves poderá aumentar ou diminuir a duração das notas digitadas, fazendo com que uma nota seja tocada mais curta ou mais longa.  

É comum que desigualdades na digitação sejam causadas por movimentos muito rápidos ou deslocamentos muito pequenos dos dedos, então nestes casos devemos nos esforçar para que o dedo se levante um pouco mais alongando aquela nota.

Experimente tocar o exemplo seguinte o mais rápido que puder:
É provável que você sinta uma certa irregularidade na digitação porque o polegar da mão esquerda tende a se afastar muito pouco da chave do si. Desta forma o polegar voltará cedo demais para a chave, fazendo com que a nota dó fique mais curta que o necessário, causando um desequilíbrio na passagem. Pense então em afastá-lo um pouco mais da chave e com isso irá controlando conseguir um ótimo resultado.

Procure praticar desta forma, sempre observando que seus dedos façam movimentos calmos e coordenados, sempre antecipando os movimentos. Quando sentir alguma desigualdade, procure ver se não é uma questão de aumentar ou diminuir a altura que os dedos estão levantando. Além de tudo isso, uma boa postura do corpo e das mãos e uma maneira equilibrada de segurar a flauta também são imprescindíveis para uma boa digitação.

Bons estudos!

O tal "Ouvido absoluto"

Muitas vezes ouvimos esse termo "Ouvido absoluto" ,muitos dizem que não tem,poucos dizem que tem ,mas como sera que esse tal "Ouvido absoluto" funciona? ele realmente existe ?
Para tirar nossas duvidas Claudia Mara Damian publicou uma reportagem bem legal.








O Ouvido Absoluto e Relativo
Embora o fator sócio-cultural interfira de maneira significativa na aquisição da competência auditiva no músico, existem outras habilidades que podem ser de origem fisiológica ou hereditária, como é o caso dos músicos possuidores do chamado Ouvido Absoluto.
Este é um assunto que sempre gera muita polêmica, no meio artístico, mas, principalmente, dentro da comunidade científica, pois apesar de muitas pesquisas realizadas ainda não está suficientemente esclarecida a origem dessa habilidade, a qual trataremos de expor a partir de agora.
O ouvido absoluto proporciona ao seu portador a capacidade de reconhecer com extrema precisão a freqüência característica de cada som, possibilitando-o nomear tons específicos, assim como entoá-los isoladamente, sem a necessidade de recorrer a quaisquer parâmetros.
Para melhor exemplificarmos esta questão imaginemos que sejam apresentadas as seguintes freqüências: 392; 440; 392; 329,6; 392; 440; 392 e 329,6 Hz para vários indivíduos. Um leigo (sem memória musical) diria que ouviu um conjunto de sons; uma pessoa comum, habituada a ouvir música informalmente, identificaria a seqüência como sendo a melodia da canção "Noite Feliz"; um estudante de música poderia citar a relação intervalar, ou seja, 2ª maior ascendente; 2ª maior descendente; 3ª menor desc.; 3ª menor asc.; 2ª maior asc.; 2ª maior desc. e 3ª menor desc. No entanto, somente a pessoa com audição absoluta diria que a sucessão de sons tocados foi: sol, lá, sol, mi, sol, lá, sol e mi.
O músico portador de tal habilidade pode ouvir detalhes e ater-se a cada som puro, bem como perceber formas e estruturas sonoras diversas. A questão do ouvido absoluto ser um "dom inato" ou uma habilidade adquirida através de treinamento sistemático, ainda não foi resolvida. Cientistas, psicólogos, educadores musicais e músicos apresentam opiniões divergentes quanto a este assunto, por ser a habilidade em si difícil de ser avaliada pelos critérios comumente utilizados.
Os resultados dos estudos apresentados, quer pelos defensores do ouvido absoluto como dom inato, quer por aqueles que acreditam que tal habilidade é decorrente de um aprendizado fornecido culturalmente, não são categoricamente conclusivos. Os próprios argumentadores admitem existir possibilidades além daquelas que apresentam.
Vale dizer, que para quem acredita nesta habilidade como inata surpreende-se com a constatação da existência de músicos que desenvolveram-se sem qualquer evidência de possuírem tal talento; quem argumenta no sentido de serem as habilidades musicais fruto de uma influência do contexto sócio-cultural, cedem aos fatos, quando estes lhes apresentam indivíduos que, sob os mesmos estímulos musicais não obtêm resultados num mesmo nível de realização.
O indivíduo que possui uma audição absoluta, por ter uma memória sonora de freqüências exatas e fixas, muitas vezes não consegue identificar uma seqüência melódica, se as freqüências das notas forem alteradas por exemplo como num teclado transpositor, ou quando a afinação de um piano estiver fora do padrão (lá 440). Outro incômodo para o músico com ouvido absoluto é a situação que ocorre quando os instrumentos que o acompanham, ou que ele esteja ouvindo, encontram-se fora de seu padrão interno de freqüência; daí é praticamente impossível sua tolerância nessas condições.
Contrariamente à polêmica encontrada em relação ao ouvido absoluto, a capacidade de reconhecer sons musicais através da utilização do ouvido relativo é amplamente difundida e reconhecida.
O ouvido relativo, por realizar uma audição mais abstrata, é capaz de perceber formas e estruturas musicais, como também realizar diversos tipos de relações. Quaisquer padrões estruturais sonoros, independentemente dos níveis de complexidade, são discernidos através da audição relativa.
A audição relativa, por necessitar de referenciais, consegue, a partir de uma elaboração intelectual, absorver o sentido total de uma peça musical, e a audição absoluta possui, biologicamente ou através do treinamento e aculturação, uma memória aural fixa, codificada e armazenada de forma que seu possuidor pode recuperar imediatamente a designação do som ouvido.
Um treinamento musical auditivo prolongado e sistemático, possibilitará ao músico que possui ouvido relativo, desenvolver a percepção absoluta dos sons e mesmo a adquirir a audição absoluta. Ao contrário, o indivíduo possuidor do ouvido absoluto pode, pela ausência de estímulos e treinamento, enfraquecer ou vir a perder esta capacidade (*).
Conclusões
O ideal da percepção auditiva no músico, seria que o mesmo soubesse equilibrar ambas habilidades, ou seja, o ouvinte absoluto explorar toda a sua capacidade, auxiliado pelo complemento referencial da audição relativa, bem como o possuidor da audição relativa utilizar referenciais absolutos já armazenados em sua memória auditiva em função da prática musical.
Essas capacidades auditivas podem ser adquiridas e devem ser estimuladas no processo de educação musical, de forma que os estudantes possam extrair o máximo partido das mesmas, favorecendo dessa maneira o desenvolvimento de sua musicalidade.
Concluindo, podemos dizer que tais competências (audição absoluta e relativa) são passíveis de treinamento e desenvolvimento, assim como não devem ser utilizadas isoladamente. A aquisição dessas habilidades é uma necessidade real, principalmente se levarmos em consideração a diversidade de sons existentes ao nosso redor e a grande variedade de estilos musicais tonais e atonais que fazem parte da nossa cultura.





Concerto Pateo do Colegio


Ola amigos ,aqui esta o Video da Apresentação que fiz  no Pateo do Colegio em São Paulo  como solista frente  a orquestra Manfredo de Vincezo sob regencia de Rafael Garcia Vicole ,gostaria de agradecer a toda a orquestra foi um otimo trabalho que fizemos juntos.








http://www.youtube.com/watch?v=bgNLrPz7ySk&feature=plcp

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Metrônomo ( Um mal necessário)

Muitos Músicos não tem uma relação muito amigável com ele ,inclusive eu, mas a tecnologia trousse um auxilio muito importante para nos músicos “ O Metrônomo”.
O tempo assim como na vida na Musica é uma grandeza física importadíssima que faz parte dela a gera, o metrônomo funciona mais ou menos como um relógio e ajuda a perceber mais facilmente quando ritimo,pulso e andamento não estão juntos .
O metrônomo foi inventado por Dietrich Nikolaus Winkel, um relojoeiro de Amsterdã, em 1812. Johann Mälzel copiou muitas das idéias de Winkel e recebeu a patente pelo metrônomo portátil em1816. Ludwig van Beethoven foi o primeiro compositor a indicar marcas de metrônomo nas suas partituras em 1817. Os músicos utilizam metrônomos para manter um tempo padrão, ou seja, um pulso regular ao longo de toda a composição ou uma de suas seções. Mesmo em peças que não possuem marcação rígida de tempo (tempo rubato), um metrônomo pode ser usado para indicar o tempo em torno do qual as variações serão realizadas.
Os compositores incluem marcações de metrônomo no início da partitura ou quando há uma alteração de andamento para indicar com precisão a velocidade com que desejam que a peça seja executada. Por exemplo, considera-se normalmente que o allegro pode variar entre 120 e 168 batidas por minuto (bpm). Quando o compositor indica no início da partitura:
Allegro Descrição: Music-metronome.png
Ele informa ao músico que ele deseja que a música seja executada precisamente a 120 batidas por minuto, ou seja, que cada pulso deve durar 0,5 segundo.
Além dos usos musicais, o metrônomo atualmente é utilizado com outros fins. Os educadores físicos utilizam-no, por exemplo, em testes e treinamentos aplicados aos alunos e atletas

Os metrônomos mais tradicionais são os metrônomos de pendulo  Neste tipo de metrônomo mecânico, um mecanismo a corda, semelhante ao de um relógio despertador utiliza um pêndulo para a regulação do pulso. O pêndulo consiste em uma haste metálica com um peso deslizante. Quanto mais próximo o peso está do eixo, mais rápido é o período do pêndulo, quanto mais longe, mais lento. Os metrônomos possuem uma escala graduada em bpm e também uma indicação do andamento atrás do pêndulo. Um mecanismo interno produz um som (click) a cada pulsação do pêndulo.
Porem atualmente os mais ultilizados são os metrônomos eletrônicos A maioria dos metrônomos modernos são eletrônicos e utilizam cristais de quartzo para a regulação de tempo. Os mais simples possuem um disco para controlar o tempo. Alguns podem estar incorporados a afinadores eletrônicos ou produzir um tom de afinação (diapasão - usualmente 440 Hz.

Então não perca tempo e nem mais tempo  .. Use o Metrônomo!! ;)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Concerto para Flauta e Orquestra na noite de Musica Erudita do CCSP

O Centro Cultural São Paulo apresenta uma noite com clássicos da Música Erudita dia 20 de novembro às 19:00 horas. A Orquestra Manfredo de Vincenzo do Conservatório Heitor Villa lobos apresentará peças do repertorio Barroco como Concerto para Flauta e Orquestra  Fá M.op 10 n°8 de Antonio Vivaldi , Clássico como Joseph Haydn – Concerto em DoM.para Piano e Orquestra e Moderno como Bela Bartok4 – “Vier Kleine Tanzstucke”, os solistas convidados são o flautista Silnei Döomacil e o pianista Benny Roger Silva. Alem da apresentação das peças da orquestra a Banda da Conservatório também iria se apresentar regida por Andersson Posso.

Será uma noite imperdível para os amantes da boa Musica, O Centro Cultural São Paulo fica na  rua Vergueiro, n° 1000 próximo ao Metrô Vergueiro.
Os ingressos para a apresentação da orquestra custam 5 reais.




quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mariah Carey X Flauta


Se compararmos uma cantora Pop que tenha quase o mesmo registro vocal e timbre que  a flauta com certeza pensaremos em Mariah carey.


   
A cantora Norte americana é mundialmente conhecida por sua bela e aguda voz, a extensão vocal de Mariah atinge 5 oitavas do G#2 na clave de Fá até o G#7 no extremo agudo da clave de sol.
Mariah, no decorrer de sua carreira, passou por vários estágios de voz. Iniciou a carreira como uma Mezzosoprano dramático, e ultimamente veio a se tornar uma Soprano Dramático Coloratura, com um timbre mais cheio e rouco. Atualmente observa-se uma pequena diferença no volume de sua voz, entretanto os efeitos (graves, agudos e whistles) são os mesmos, porém a qualidade da voz plena é diferenciada. Mas isso lhe proporcionou grandes feitos: passou a atingir graves mais profundos.
A cantora em entrevista  MTV americana disse que tem a facilidade de cantar notas tão agudas por que tem alguns nódulos nas cordas vocais e que isso a ajuda a fazer notas mais agudas, porem sua voz naturalmente falando é grave e roca, a pratica de exercícios vocais cada vez mais agudos também ajudou Mariah a desenvolver tal habilidade já que ela sua certas partes da cordas vocais que algumas pessaos não usam.
Os professores de canto Phyllis Fulford e Michael Mailler conhecidos prefessores de canto no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris descreveram as notas graves da cantora como “cansadas” e "distendidas", Malcolm Walker acrescenta, "Ela tem muito fôlego". Phyllis Fulford e Michael Mailler disseram que a voz em belting é "ampla, complete e excitante", Malcolm Walker expresssou sentimentos similares: "Ela trabalha muito bem, é uma voz verdadeira e forte". Phyllis Fulford e Michael Mailler disseram que o whistle register é "perfeitamente controlado, limpo e muito ágil. Mariah usa elementos eletrônicos, como teclados e sintetizadores. Muitas de suas canções contém piano, a cantora teve aulas de piano aos seis anos de idade. Mariah diz que não pode ler partitura e prefere colaborar com um pianista quando vai compor seu material, sente que é mais fácil converter as melodias usando esse método. Algumas de seus arranjos foram isnpirados nos trabalhos de músicos como Stevie Wonder, um famoso pianista no qual a cantora se refere como "o gênio do século vinte ,completa "minha voz é meu instrumento.

O estilo e a habilidade vocal de Mariah Carey teve um impacto significante na música popular. O critico de música G. Brown do jornal americano The Denver Post escreveu que "para melhor ou para ruim, as cinco oitavas de Mariah Carey e seu estilo de melisma tem influenciado gerações de cantoras e cantores." De acordo com a revista Rolling Stone: "Sua maestria no melisma que decoram canções como "Vision of Love", inspira todos os participantes do programa American Idol e cada cantora dos anos 90 até hoje.". Beyoncé Knowles disse que ela começou a cantar após ouvir Mariah Carey cantando "Vision of Love”. Mariah também é creditada por estabelecer os gêneros R&B e hip-hop na cultura pop; e por popularizar as participações de rappers nas canções.Sasha Frere-Jones do jornal “The New Yorker” comentou: "Tem se tornado o padrão de todo artista R&B como Missy Elliott e Beyoncé tanto para artistas pop como Britney Spears, 'N Sync e Christina Aguilera combinar melodias com frases em rap.De acordo com Pier Dominguez, autor de Christina Aguilera: a star is made : the unauthorized biography (Christina Aguilera: Uma estrela é feita: A biografia não-autorizada), Aguilera disse que ela amava ouvir Whitney Houston, mas foi Mariah que se tornou a sua maior influência no estilo vocal. Sua influência cresceu também no fato de que ambas cresceram em lares com diferença racial.

Extensão da flauta ... A Soprano absoluta das Madeiras..

A extensão normal da flauta é de três oitavas, do Dó3 (Dó central no piano) ao Dó6, mas flautistas experiente podem chegar até o Dó7. Algumas flautas modernas permitem também emitir o Si2.
Há também outros tipos de flauta transversal, como o piccolo, cujo registro começa uma oitava acima da flauta transversal comum, a flauta baixo, cujo registro começa uma oitava abaixo da flauta transversal comum, e a flauta alto, que começa em Sol3. Há também o pífaro, muito usado na música tradicional de diversos países, mas cujo registro pode varia muito conforme a tradição cultural considerada.




Na flauta, a emissão do som é relativamente fácil, levando ao virtuosismo quase espontâneo no que diz respeito à velocidade. Não tão fácil é obter um som vibrante sem ser vulgar no forte ou inconsistente no piano. As dificuldades de execução apresentam-se também pela natureza heterogénea dos registros, tanto tem timbre, quanto em volume de som. O agudo é potente e brilhante, e o grave, aveludado e de difícil emissão. O controle da embocadura, por se tratar de um instrumento de embocadura livre, deve ser minucioso, já que pequenas alterações no ângulo do sopro interferem bastante no equilíbrio da afinação.

Emanuel Pahud..